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Os gatos também se educam?

Educação

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Os gatos são mais independentes, muito instintivos, caçadores natos e territoriais. É importante compreender alguns dos seus comportamentos, de modo a saber como reagir.

Os gatos são mais independentes, muito instintivos, caçadores natos e territoriais. É importante compreender alguns dos seus comportamentos, de modo a saber como reagir.

Para iniciar uma relação com o seu gato, deve começar por acariciá-lo e dar-lhe muita atenção, para que se sinta bem em casa e tenha uma relação de amizade para consigo.

A brincar, os felinos tendem a transparecer muitos movimentos e atitudes típicas de caça. Com qualquer objeto que role ou simplesmente com as patas, os gatos reagem sempre como se estivessem a caçar.

É bom que o incite a brincar, pois estará a ajudá-lo a aperfeiçoar a sua destreza física.

Têm um apurado sentido territorial e, por isso, tendem a querer marcar o seu território, seja ele um sofá ou uma almofada. Fazem-no borrifando a zona com um pouco de urina, roçando a cabeça em objetos e esquinas ou através de arranhadelas.

Estes comportamentos nos gatos são fortemente ligados a caraterísticas básicas do seu comportamento e, como tal, teremos de alterar a origem do comportamento ou arranjar alternativa, se queremos ter sucesso.

A marcação do território resolve-se em 90% das vezes “castrando” o gato, o que lhe retira a componente hormonal que torna incontrolável esta necessidade.

O hábito de roçar a cabeça em objetos também é uma forma de marcação, mas que raramente causa incómodo aos donos. Arranhar cadeiras e sofás já é uma atividade pouco apreciada pelos donos. Arranjar troncos ou objetos que o comércio disponibiliza para este efeito e tornar difícil o acesso aos objetos que usualmente danifica, é normalmente suficiente para contrariar este comportamento

Nunca tente educar um gato como se educa um cão. Os gatos associam os seus atos ao efeito imediato que provoca, ou seja, se associarem um acontecimento positivo a um ato, vão repeti-lo. Mas se o acontecimento for negativo, o gato vai evitá-lo.

Deste modo, para ensinar o seu gato, nunca o repreenda horas depois da “asneira”, pois  não irá compreender  porque está a castigá-lo. A consequência da asneira, ou seja o castigo, não deverá ser associado ao dono, mas sim, ao que acabou de fazer. Por exemplo, se o gato arranhar o sofá, deixe cair algo que faça muito barulho ou atire uma almofada que o vai assustar e desabituar a fazer aquilo. Se o gato vir que é o dono que o castiga, vai afastar-se de si, mas não vai reconhecer mal nenhum em arranhar o sofá.

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