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Dr. Carlos Sousa

Carlos Sousa, licenciou-se pela Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa em 1991, realizando um sonho que alimentava desde criança.

Completou a sua licenciatura com o estágio curricular, na Faculdade Veterinária de Leon, em Espanha, e no Instituto Veterinário do Parque, em Lisboa.

Trabalhou na União Zoófila de Lisboa, no Consultório Veterinário do Barreiro e no Hospital Veterinário dos Foros, antes de realizar um internato de um ano na École Veterinaire D’Alford, em França, nas áreas de cirurgia, ecografia e medicina interna de animais de companhia.

Carlos Sousa, licenciou-se pela Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa em 1991, realizando um sonho que alimentava desde criança.

Completou a sua licenciatura com o estágio curricular, na Faculdade Veterinária de Leon, em Espanha, e no Instituto Veterinário do Parque, em Lisboa.

Trabalhou na União Zoófila de Lisboa, no Consultório Veterinário do Barreiro e no Hospital Veterinário dos Foros, antes de realizar um internato de um ano na École Veterinaire D’Alford, em França, nas áreas de cirurgia, ecografia e medicina interna de animais de companhia.

Durante este período frequentou diariamente a clínica oftalmológica do conceituado oftalmologista Marc Simon, com quem participou em inúmeras consultas e cirurgias oftálmicas, tendo então despertado particular interesse por esta área.

Ao longo dos 20 anos que se seguiram, participou em centenas de congressos e cursos em todo o mundo.

Realizou por várias vezes períodos de treino prático em Hospitais Veterinários de referência em Espanha, França, Reino Unido e EUA, em áreas como oftalmologia, ortopedia, medicina interna e emergências médicas.

Realizou várias formações na área de Gestão Médica.

Fundou, em 1994, a Clínica Veterinária da Póvoa, que num percurso de crescimento deu lugar ao Hospital Veterinário da Póvoa, onde é atualmente diretor clínico.

Coloque-nos as suas dúvidas

Esta área de perguntas e respostas só está disponível para Portugal. No entanto, poderá consultar em baixo as questões colocadas pelos utilizadores ao nosso veterinário.

Filipa Fernandes

Bom dia, o meu labrador de 2 anos teve diarreia ontem à noite. O que devo fazer?

O veterinário responde

Boa noite Filipa,

As causas de diarreia são diversas e incluem: presença de parasitas intestinais, mudanças alimentares (alteração do tipo e/ou marca da ração sem uma prévia transição gradual ou rápida transição, por exemplo), patologias sistémicas (pancreatite, problemas renais e hepáticos), viroses, entre outras.

Assim sendo, e dada a duração e persistência da diarreia, recomendo que procure  ajuda do seu médico veterinário que irá avaliar o seu cão, realizando os exames complementares que achar necessário, de forma a alcançar um diagnóstico definitivo e iniciar o tratamento adequado.

Obrigado,

Carlos Sousa

Rita Andrade

Boa noite, Tenho um labrador com 1 ano, e desde pequeno que tem uma flatulência muito grande, poderá ter a ver com a alimentação? Existe alguma solução para acabar? Obrigada.

O veterinário responde

Boa noite Rita,

A existência de flatulência ocasional nos animais de companhia é algo natural. A sua manifestação pode ser variável consoante o tipo de alimentação que lhes é fornecida. Recomendo por uma dieta à base de ração premium seca. Passeios mais frequentes também podem ajudar na diminuição da flatulência.

Caso a manifestação se mantenha ou se agrave , sugiro que a seu cão seja consultado pelo seu médico veterinário.

Obrigado,

Carlos Sousa

Jorge Leitão

Boa tarde, tenho um cão que é arrasado de labrador, e tem a mania de roar a cerca que é que madeira. O que posso fazer, para ele para de roer a madeira?CumprimentosJorge Leitão

O veterinário responde

Boa Noite Jorge,

O hábito de roer é natural nos cachorros, sendo a forma como descobrem o mundo e os objetos que o rodeiam. Providenciar brinquedos apropriados e exercício físico vão distrair o cachorro e diminuir esse comportamento. Tendo em conta os riscos para a saúde, deve ter sempre o cuidado de não deixar ao seu alcance objetos, que pelas suas caracteristicas e composição possam representar um perigo. Existem sprays repelentes que supostamente os afastam das partes da mobília que não quer ver estragada, mas tenho algumas duvidas sobre a sua eficácia.

Caso este comportamento se mantenha deverá então consultar o seu médico veterinário para que observe o seu cão e proceda a uma consulta de comportamento.

Obrigado,

Carlos Sousa

Rita Alexandra Carinhas Rosa

O meu cão só tem feito diarreia e fezes da grossura de um dedo mindinho. Quando tenta defecar chora ou mesmo quando nós lhe tocamos na barriga. O que posso fazer? (É um Sharpei com 7 anos)

O veterinário responde

Bom dia Rita,

A manifestação de dificuldade em defecar (tenesmo) associada a dor (disquezia) está relacionada muitas vezes com processos obstrutivos ou inflamatórios da porção distal do intestino. Entre as causas mais comuns, estão situações de inflamação do cólon (colite), hérnia perineal, abcesso dos sacos anais, tumores dos sacos anais e das glândulas perianais, abcesso prostático, tumor prostático, megacólon (dilatação anormal do intestino grosso) etc.

É muito importante que se dirija com brevidade ao seu médico veterinário para que seja realizado um exame clínico completo, que inclua toque retal, recorrendo também se necessário a métodos de diagnóstico complementares como o radiografia e ecografia. O diagnóstico atempado do seu animal permitirá um tratamento eficaz e adequado.

 

Obrigado!

Carlos Sousa

Zuz

ao meu cão (1 ano de idade) não levantei um testículo. A castração é necessária? É aconselhável remover apenas este testículo? Quais são as complicações para o céu? e qual é o preço mais ou menos.Obrigada Zuz

O veterinário responde

Bom dia,

Pelo que descreve, o seu cão apresenta criptorquidismo que consiste na ausência de um ou os dois testículos no escroto devido a uma descida incompleta dos mesmos através dos canais inguinais. O testículo criptorquídico pode ser inguinal, ou abdominal consoante a sua localização. A maior parte dos casos são unilaterais e o testículo direito é mais afetado do que o esquerdo. Entre as causas propostas para esta doença estão incluídos fatores genéticos, anomalias anatómicas etc. Os animais criptorquídicos são normalmente assintomáticos e esta condição é detetada ao exame físico pelo médico veterinário através da palpação do escroto.

Os testículos intra-abdominais, ou inguinais estão sujeitos a temperaturas corporais mais altas o que provoca a esterilidade no caso de criptorquidismo bilateral. Além do mais estes testículos estão mais predispostos a torsões e a neoplasias pelo que se recomenda a cirurgia para a sua remoção em todos os casos.

Obrigado,

 Carlos Sousa