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Feromonas: as hormonas que cheiram

Comportamento

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Descrição

Naturalmente, todos os proprietários de cães já repararam, sobretudo nos machos, o caraterístico comportamento de “alçar a perna” e urinar em todos os postes ou árvores disponíveis.

Naturalmente, todos os proprietários de cães já repararam, sobretudo nos machos, o caraterístico comportamento de “alçar a perna” e urinar em todos os postes ou árvores disponíveis.

É, também, comummente observada, a atitude de se cheirar mutuamente sempre que dois “cidadãos caninos” se encontram. Estas atitudes típicas têm, na verdade, razões fisiológicas e de comportamento social muito interessantes. Os seres vivos em geral e os cães em particular, excretam para o meio exterior substâncias químicas que podem ser detetadas pelo olfato do outro cão, desencadeando nele uma resposta de comportamento ou mesmo fisiológica. Estas substâncias são designadas por feromonas .

As feromonas são produzidas em diversos órgãos, sendo os principais, no caso do cão, as glândulas perianais (que se situam na zona interna do ânus) e a glândula da base da cauda. Assim se explica que sejam, sobretudo estas zonas, as mais farejadas quando dois cães se encontram.

É, também, através destas hormonas que os machos atraem as fêmeas e as fêmeas se manifestam disponíveis ou não.

Estas feromonas são eliminadas pelas fezes e urina, o que permite deixar uma espécie de “carta” ao próximo canídeo que eventualmente as encontre. Ao farejar estas “mensagens”, os cães ficam a saber se se trata de um macho ou fêmea, se é um animal dominante, se é jovem ou adulto, se está ou não grávida, qual a sua posição social, etc. Enfim, uma verdadeira “revista do social”, que justifica o interesse dispensado pelos canídeos a estas marcas.

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