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Ansiedade de separação: um problema muito comum

Comportamento

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Descrição

A ansiedade de separação é um distúrbio de comportamento, que afeta uma grande percentagem de cães. Este síndrome, surge em regra nos cães que têm uma relação de excessiva dependência com os seus donos.

A ansiedade de separação é um distúrbio de comportamento, que afeta uma grande percentagem de cães. Este síndrome, surge em regra nos cães que têm uma relação de excessiva dependência com os seus donos.

Normalmente, pode acontecer por erros de educação durante as primeiras fases de crescimento do cão. Os donos com as melhores intenções, protegem em demasia o seu animal, não lhe permitindo conhecer e descobrir, por si próprio, as diversas situações com que se depara no seu crescimento.

Outros fatores, como por exemplo, o fato de ser retirado da mãe muito jovem ou a mudança súbita de ambiente ou estilo de vida, podem também desencadear esta patologia comportamental.

Estes factores, levam a que o cão não desenvolva a autoconfiança necessária para lidar com situações novas que vão desde crianças aos gritos, como outros cães a ladrar, barulho de foguetes ou simplesmente automóveis.

O animal estará sempre dependente do que o dono fará para resolver a situação, uma vez que por ser desconhecida lhe causa stress e medo, deixando-o muito ansioso quando este não está presente para as resolver.

Assim, quando o cão é deixado só, o seu grau de stress atinge níveis incontroláveis, por se sentir desprotegido e inseguro.

Os sinais de saída de casa, como seja vestir o casaco ou pegar nas chaves do carro, começam a provocar um estado crescente de ansiedade no cão, que termina com comportamentos anormais, típicos deste síndrome, como a eliminação inapropriada (urinar e defecar em locais anormais, como carpetes ou camas), a vocalização excessiva (ladrar sem parar, até que o dono regresse a casa) ou, simplesmente, a destruição (visando almofadas, peças de mobiliário ou mesmo roupa e outros objectos do dono).

O tratamento deste distúrbio, faz-se com técnicas de ensino, por vezes, auxiliadas por medicamentos ansiolíticos.

Alguns “truques”, como pegar nas chaves do carro e não sair de imediato, vestir o casaco e sentar-se a ver televisão, ou mesmo sair de casa, mas voltar passado 1 minuto,  ajudam a dessensibilizar este comportamento.

A discrepância entre a enorme tristeza na saída e a alegria imensa no regresso do dono,  agrava as crises de ansiedade de separação.

Assim, uma atitude importante, é ignorar por completo o cão, que o irá receber esfusiante de alegria quando chega a casa, dispensando-lhe atenção apenas 10 minutos mais tarde, quando este se apresentar calmo.

A resolução completa deste comportamento, tão perturbador das relações entre cão e dono, é demorada e, por vezes, de resultados frustrantes, pelo que corrigir desde cedo os erros que podem levar ao desenvolvimento da ansiedade de separação, é sem dúvida, a melhor forma de evitar este comportamento que leva muitos donos a desistirem dos seus cães.